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A cerca de 80 quilômetros da cidade peruana de Cuzco, no topo de uma montanha, encontra-se o extraordinário santuário histórico de Machu Picchu. Localizado a 2.453 metros acima do nível do mar e cercado por uma majestosa paisagem montanhosa, esse local já foi um importante palácio e santuário religioso para os incas, o maior império da América pré-colombiana.

Devido às suas características e localização peculiar, Machu Picchu é considerada uma obra-prima da engenharia e da arquitetura, com uma rica história que se estende por mais de sete séculos. Aqui apresentamos sua evolução, desde o início como um assentamento inca até a origem de sua popularidade atual.

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Origens incas

Acredita-se que a cidadela de Machu Picchu tenha sido construída por volta de 1450 por ordem de Pachacutec, o primeiro grande governante do Império Inca. O luxuoso complexo urbano foi construído entre as montanhas de Machu Picchu e Huayna Picchu, que se elevam acima do Vale Sagrado dos Incas. Além de estar perto da capital inca de Cuzco, as condições climáticas e geográficas dessa área eram ideais para o cultivo de milho e coca, uma planta medicinal de grande valor ritual para os incas.

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Machu Picchu era uma llacta inca clássica, com uma população móvel que variava de 300 a 1.000 habitantes. A cidadela era dividida em duas áreas: na zona urbana ficavam as residências e os recintos religiosos, como o Templo do Sol ou Torréon, enquanto a zona agrícola consistia em vários terraços de cultivo construídos na encosta da montanha.

Apesar de seu esplendor, o Império Inca foi enfraquecido pela eclosão de uma guerra civil em 1529 e, em 1532, foi anexado aos territórios da Coroa Espanhola. Embora os espanhóis provavelmente soubessem de sua existência, a localização remota de Machu Picchu fez com que ela fosse amplamente ignorada pelo regime colonial; prova disso é que nenhum templo cristão foi construído na cidadela, algo comum em locais de culto pagãos conquistados pelos espanhóis. Menos de um século após sua criação, Machu Picchu estava desabitada e logo foi coberta pela densa vegetação da montanha.

A redescoberta de Machu Picchu

No início do século XIX, vários cientistas e exploradores começaram a falar sobre a existência de uma cidade perdida nos Andes peruanos. Esses rumores chegaram aos ouvidos de Hiram Bingham, professor de história da América do Sul na Universidade de Yale. Intrigado com a possibilidade de encontrá-la, Bingham decidiu fazer uma expedição pelo Vale Sagrado dos Incas em 1911. Guiado por Melchor Arteaga, um arrendatário local, Bingham escalou a montanha de Huayna Picchu e chegou às ruínas em 24 de julho de 1911.

Embora não fosse arqueólogo de profissão, o professor ficou impressionado com a majestade da área e conseguiu o patrocínio da Universidade de Yale, da revista National Geographic e do governo peruano para estudar o local em profundidade. Entre 1912 e 1915, Bingham e sua equipe realizaram escavações arqueológicas em Machu Picchu, removendo a vegetação rasteira e explorando as tumbas da cidadela. A National Geographic publicou um artigo sobre a descoberta em 1913; assim, a cidadela de Machu Picchu foi colocada sob os holofotes internacionais.

A ideia de que Bingham redescobriu Machu Picchu é controversa, pois os habitantes locais sempre souberam de sua existência. Além disso, é importante mencionar que, embora Bingham tenha sido o primeiro a reconhecer a importância dos estudos arqueológicos na área, ele também é creditado pela extração de mais de 46.000 peças arqueológicas – incluindo múmias, ossos e peças de cerâmica – que foram posteriormente transportadas e vendidas ilegalmente nos Estados Unidos. Muitas delas foram enviadas para o Museu Peabody da Universidade de Yale; após anos de disputa com o governo peruano, a universidade começou a repatriar os artefatos em 2011.

Machu Picchu hoje

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Em 1981, a área ao redor de Machu Picchu foi declarada santuário histórico pelo governo peruano, uma designação que protege tanto o sítio arqueológico quanto a flora e a fauna que o habitam. Além disso, está na Lista de Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1983.

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